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Diana Sandes (Rio de Janeiro, 1986) é artista visual e fotógrafa. Seu trabalho, que tangencia áreas como a fotografia, o vídeo e a pintura, cria tensões entre a presença e o distanciamento, a familiaridade e o estranhamento para investigar noções como a ausência, o deslocamento e o exílio. Graduada em História e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio, também frequentou oficinas e grupos de estudo com artistas como Eustáquio Neves e Iole de Freitas, que foram essenciais na sua formação. Paralelamente, integra o Coletivo CLAP, que registra criações nos campos da dança, performance, música e teatro.

 

Heloisa Madragoa é artista visual, professora de arte em escolas públicas e designer. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Bacharel em Desenho Industrial pela PUC RJ, com pós-graduação em Design de Jóias na mesma universidade e em Design de Estamparia pelo Senai CETIQT.

Por quatro anos fez aulas no ateliê do artista Renato Alarcão. E desde 2018 estuda na Escola de Artes Visuais no Parque Lage, fazendo acompanhamento de projetos com Iole de Freitas.

Em 2019 fez Acompanhamento de Projetos Artístico com Isabel Portella e Jozias Benedicto, e em fevereiro de 2020 participou da exposição coletiva "Assim Se Conta Essa História" com ambos curadores no Espaço Municipal Sérgio Porto, no Rio de Janeiro.

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Diana Sandes (Rio de Janeiro, 1986) é artista visual e fotógrafa. Seu trabalho, que tangencia áreas como a fotografia, o vídeo e a pintura, cria tensões entre a presença e o distanciamento, a familiaridade e o estranhamento para investigar noções como a ausência, o deslocamento e o exílio. Graduada em História e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio, também frequentou oficinas e grupos de estudo com artistas como Eustáquio Neves e Iole de Freitas, que foram essenciais na sua formação. Paralelamente, integra o Coletivo CLAP, que registra criações nos campos da dança, performance, música e teatro.

 
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Mariana Guimarães vive e trabalha no Rio de Janeiro. Artista, pesquisadora e professora  de artes visuais. Investiga o fio como linguagem e fenômeno na arte contemporânea em diálogo com práticas ancestrais de tessitura e seus inúmeros desdobramentos estéticos, éticos e sociais, em intersecção com a casa e a mulher. Doutoranda em artes visuais no PPGAV UFRJ, é mestre em artes e design pela PUC-Rio, e uma licenciatura em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É atualmente docente do setor de artes visuais do CAp UFRJ. Desenvolve trabalhos e pesquisas com distintos grupos em diversos territórios.  

Destaque para sua participação nas  Exposições:  Mulheres na coleção do MAR, 2019 - Da linha, o Fio - BNDES, 2019 -  Bienal de arte têxtil contemporânea em Portugal/2016; Residência Lastro – Guatemala, 2015; exposição FIO CORPO TERRA – Saracura – 2017; Precisamos falar sobre muros / Sérgio Porto /2017. Como habitar abismos, Castelinho do Flamengo,2016. Foi premiada pelo Ministério da Cultura em 2008 pelo projeto Retalhos de Memória e em 2014 pelo instituto Arte na Escola pela sua pesquisa e atuação com em arte e  educação. 

 

Marina Ribas, nasceu em 78 no Rio de Janeiro, cidade onde vive e trabalha. Formada em design na Puc-Rio, seguida de longa trajetória na EAV com a orientação dos reconhecidos João Carlos Goldberg, Iole de Freitas e Charles Watson.

 

A artista desenvolve uma pesquisa no campo da escultura e ocupações espaciais de apoio mútuo. Seja da obra com o espaço arquitetônico, seja entre as próprias partes da escultura. O equilíbrio, a resistência e a capacidade de suportar tensões são particularidades da linguagem do seu trabalho. O mármore, as hastes de metais, a espuma, troncos, materiais nobres e ordinários se contrapõem e revelam novas particularidades da matéria.

 

Marina fez duas exposições individuais com curadoria de Fábio Szwarcwald, ex presidente da EAV e atual diretor do MAM, com texto crítico de Ulisses Carrilho, curador da EAV; além de coletivas na Casa Carambola - onde já possuiu atelier e foi artista residente - e na Casa França-Brasil.

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 exposições passadas 

 
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Alice Gelli, nascida no rio de janeiro em 1991 e Formada pela Puc Rio em design gráfico. Faz um trabalho sobre movimentação física e emocional, o percurso interessa.

A linguagem está no processo, por trás da obra. Cada trabalho possui a sua peculiaridade, a sua própria identidade formal, sistêmica, plástica. Cada um pede um tipo de material, cor, forma. O que os conecta é o processo intrínseco ao resultado. Esse é sempre mântrico, uma espécie de transe que cria um espiral energético. 

Padrões que se repetem, gestos que têm o desejo de ocupar o espaço dentro e ao mesmo tempo expurgar tudo pra fora. Tudo o que não cabe aqui. Um ato de resistência, trajetórias e questionamentos. Uma imersão obsessiva até chegar no esgotamento. Ele liberta e abre espaço para novos horizontes.

 

Nascida em 1984 no Rio de Janeiro, Diana Lobo explora a literatura autoral e as diversas nuances do texto escrito, tendo encontrado na poesia concreta - e posteriormente na poesia marginal, um elo de interesse com as artes visuais. Sua pesquisa se volta à busca da conciliação do texto escrito com a linguagem plástica e suas influências vão de escritores à artistas como Antonin Artaud, Antonio Dias, Louise Bourgeois, Gunter Uecker, Alicja Kwade, Olafur Eliasson e Ana Cristina Cesar.

Em sua primeira participação em uma exposição internacional, apresentou a instalação Fuga no Arte Laguna Prize em Veneza. O trabalho imersivo abordava questões ligadas a auto-expressão e feminilidade.

Diana também está publicando seu primeiro livro de poesia, a nudez e a palavra, em 2020.

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Diana Sandes (Rio de Janeiro, 1986) é artista visual e fotógrafa. Seu trabalho, que tangencia áreas como a fotografia, o vídeo e a pintura, cria tensões entre a presença e o distanciamento, a familiaridade e o estranhamento para investigar noções como a ausência, o deslocamento e o exílio. Graduada em História e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio, também frequentou oficinas e grupos de estudo com artistas como Eustáquio Neves e Iole de Freitas, que foram essenciais na sua formação. Paralelamente, integra o Coletivo CLAP, que registra criações nos campos da dança, performance, música e teatro.

 

Cada detalhe importa. A carioca Gabi Gelli transborda sensibilidade. A artista de 24 anos descobriu na adolescência uma condição congênita no coração que mudou sua vida. Caçula de uma família de criativos, Gabi buscou ressignificar seu trauma por meio da arte, de forma intuitiva e despretensiosa. Foi nesse momento que surgiu o projeto das cicatrizes - Instante para sempre -, do desejo de proporcionar para outras pessoas a ressignificação de suas dores. Sua vontade de conhecer o ser humano faz com que seus processos partam sempre de uma visão pessoal, que depois ganha alcance geral e holístico. 

​Seu trabalho, por assim dizer, é uma grande ferramenta de autoconhecimento e, por isso, carrega muita verdade e autenticidade. Sua primeira exposição, Cura (2018), explorou a trajetória do trauma até sua ressignificação. Em 2019, dedicou-se à exposição individual Entretempo, na Galeria Bianca Boeckel, em São Paulo, e participou das feiras SP-Arte e SP-Foto. Gabi ainda foi convidada por empresas como Rede D’Or de hospitais e Genomma Lab, fabricante do gel cicatrizante Cicatricure, para dar palestras sobre seu projeto Cura, e como a trajetória que propõe pode se relacionar com traumas pessoais e até mesmo empresariais. No final de 2019 lançou uma coleção de joias em parceria com a designer Livia Canuto, e atualmente segue  explorando os caminhos da joia-escultura.

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Marcela Crosman é artista multimídia, pesquisadora e designer. Suas instalações exploram a ideia de divisórias, propondo um novo olhar sobre as ocupações espaciais. Seu trabalho utiliza tecnologias inteligentes e estruturas metálicas para dar suporte à investigação sobre as abordagens humanas na construção de ambientes artificiais. 

Após um período de experimentações em cerâmica (2013), as plataformas investigativas se expandiram para os meios virtuais. Em 2018, ao explorar novos recursos digitais, trouxe para o centro da sua pesquisa a atualização da relação entre homem e tecnologia. Partindo dessa premissa, "deu aos bugs e ao acaso o status ativo e presente no seu processo". A partir daí, fez uma residência artística em NY na SVA - School of Visual Arts - e lá passa a substituir a cerâmica pelas ligas metálicas e magnéticas. 

Atualmente, entre o mestrado na Puc-Rio e as aulas no Parque Lage, seu foco está em trabalhos colaborativos, unido por semelhança de postura e ideias com outros pensadores: “A Arte me permite especular sobre realidades utópicas, me convida à pensar em possibilidades sensíveis, harmônicas e criativas para uma humanidade composta pelos nossos filhos.”

 

Marina Ribas, nasceu em 78 no Rio de Janeiro, cidade onde vive e trabalha. Formada em design na Puc-Rio, seguida de longa trajetória na EAV com a orientação dos reconhecidos João Carlos Goldberg, Iole de Freitas e Charles Watson.

 

A artista desenvolve uma pesquisa no campo da escultura e ocupações espaciais de apoio mútuo. Seja da obra com o espaço arquitetônico, seja entre as próprias partes da escultura. O equilíbrio, a resistência e a capacidade de suportar tensões são particularidades da linguagem do seu trabalho. O mármore, as hastes de metais, a espuma, troncos, materiais nobres e ordinários se contrapõem e revelam novas particularidades da matéria.

 

Marina fez duas exposições individuais com curadoria de Fábio Szwarcwald, ex presidente da EAV e atual diretor do MAM, com texto crítico de Ulisses Carrilho, curador da EAV; além de coletivas na Casa Carambola - onde já possuiu atelier e foi artista residente - e na Casa França-Brasil.

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Marina Ryfer, artista plástica e arquiteta, nasceu em 1983 no Rio de Janeiro. Em seu trabalho, se apropria da luz como matéria e a utiliza como parte de sua linguagem.  

É formada em administração de empresas pela PUC-Rio e em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Santa Úrsula. 

Fez mestrado em engenharia civil na UFF e em 2014-2015 ministrou aulas de instalações elétricas prediais no curso de Arquitetura da Universidade Santa Úrsula. Em 2015 abriu o escritório de Arquitetura - Maru Arquitetura - e atualmente divide seu tempo entre a arquitetura, aulas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e o estudo e desenvolvimento em arte contemporânea. 

 

Paula Bohm, nascida em 1992 no Rio de Janeiro, é formada em design de moda pela Puc-Rio. 

Seu trabalho se costura na discussão sobre o suporte e a pintura, questionando tudo aquilo que já é aceito, preestabelecido. A artista explora em suas obras um universo profundo de camadas e encobrimentos, reflexo de sua constante busca pelo invisível, pelo não dito. Paula se apropria dos materiais, manipulando em sua maioria tecidos, ressignificando o sentido do corpo no espaço.

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